sábado, 18 de julho de 2009

Amor correspondido


Quão grande é a amargura de amar
Quão grande é a delícia de amar
Como deve ser bom não precisar amar
E sim deixar- se ser amada



Ser amada indescritivelmente
Viver na volúpia do amor e do desejo
Ser desejada intensamente
Esse é meu maior desejo

A todo instante poder ficar
Somente a lembrar
Dos bons momentos
Que passamos juntos

Quando nossos corpos eram apenas um
Em delirante amor
E quentes como chamas em brasa
Do mais forte fogo

Meu coração dispara de alegria e amor
No momento em que
Dos seus doces e lindos lábios
Com a maciez e denguice de sua voz
Ouço dizer espontaneamente
Que me ama

Nesse momento vou ao céu
Vou à lua, às estrelas
Queria em todo tempo
De minha existência
Ouvir em repetidas vezes
Que me amas

5 comentários:

Lohan disse...

Eita menina apaixonada! rs
E apaixonante... Gostei, uma poesia genuína, sem meandros, direta e bem amorosa.
Bjs, que venha o próximo sábado!

Camilíssima disse...

Que lindo, Karina!!! "Chego a não ser eu a espera do seu amor" Nossa... que lindas palavras. Realmente, a pessoa apaixonada muda seus hábitos, rotina, humor, tudo à espera de ser correspondida e se não é, facilmente se percebe a frustração estampada em seus olhos. Lindo poema. Parabéns por sua sensibilidade e seu dom de fazer poesias. Bjs.

Andréa Amaral disse...

Dizem os críticos literários, que autor e obra não se confundem.No texto, que fala é o "eu" lírico.No seu caso, discordo um pouco.Suas poesias tem o seu rosto e a sua meiguice impressos.Cheios de delicadeza e uma certa inocência. Parabéns. Muito lindo.

K@rininh@ disse...

Obrigada queridas amigas e amigo! Mas, tento fazer das minhas dores, poesia!

Ernesto Ulysses disse...
Este comentário foi removido pelo autor.