sábado, 30 de janeiro de 2010

A Bênção






Queria eu poder perder-me
No deserto montanhoso do seu corpo
Leve e cheiroso.

Alimentar-me dos pêssegos,
E saciar-me com teu ser junto ao meu,
Onde eles se perdem de tanto amor.

Você como um cavalo feroz,
Um pocoyo dengoso,
A procura de um abrigo.

Eu sou teu amparo,
Onde resides com luz.
Amor há de sobra,
Não quero nada em troca, a não ser
A bênção da minha sogra.

4 comentários:

Silvana Nunes .'. disse...

Bom dia, querida amiga.
Nossa, queria ter essa sensibilidade para escrever uma poesia.
Vim dar uma espiada nas novidades e desejar um bom final de semana.
Beijo grande.

Cacarina disse...

Que lindo, delicado e levemente engraçado. Adorei.
Beijoca,
Claudia

K@rininh@ disse...

Obrigada queridas!

Marcos S. disse...

Oi Karininha, legal sua poesia com um final engraçado... vc tem sogra rss...? bjks.