segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Dia de Alegria

Na noite escura em meu quarto
pus-me a relembrar dos prantos
que me deixaram de quatro.
Deitada em minha cama,
recordei de quantos altos e baixos
me deixaram de cama.
Pulos de alegria,
Soluços de dor.
O amor que eu queria,
Os sonhos sem sabor.
Hoje, nesse mesmo lugar,
sei que na alegria encontrei forças
para suportar o que não queria.
Na dor, que me deixou vazia,
descobri que a vida nem sempre será,
como eu queria.
Agora que já cessou a ventania,
o dia irradia sua alegria,
lembrando-me que nem sempre é
Dia de Alegria!

*Swian, saudade eterna!

3 comentários:

Duda Molinos disse...

Socorro! Que dor de cotuvelo. Nem minha irmã de quinze anos é capaz de escrever uma breguice dessas.


By Duda.

Camila Furtado disse...

A poesia acima é uma homenagem. Mesmo que falte identificação com o tema ou conteúdo, deve ser respeitada. É um desabafo da alma.
Karina, entendo tudo o que vc quis passar.

Bjs, Camila.

k@ disse...

Entendo que cada um escreve o que quer, da maneira que lhe convém... Eu escrevo com a alma, com amor e acima de tudo tenho RESPEITO.
Todo e qualquer poeta não tem 100% de aprovação nem Pessoa, nem Clarice, Pq comigo seria diferente...

Obrigada, Duda pela expressão da sua opinião, foi mto construtiva e procure ler o que mais te atraí, ok??

Obrigada Camila, sempre presente!!

Bjos Ka