segunda-feira, 25 de junho de 2012

Apresentação do júri oficial e Resultado da 1º Etapa das Finais

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QUEM SERÁ ELEITO UM DOS DOZE MELHORES POETAS DO II CONCURSO DE POESIA AUTORES S/A?

Olá, caros poetas e leitores!
Sejam bem-vindos a mais um dia de resultados do
II Concurso de Poesia Autores S/A!

Foram muitas opiniões, apostas, e avaliações no campo dos comentários durante esta semana. A constante participação do público-leitor e dos poetas demonstra a expectativa que gira em torno desta etapa e confirma, mais uma vez, o sucesso que o certame tem alcançado. Agradecemos a todos que tem participado com suas opiniões!

Hoje serão definidos os 12 poetas finalistas. A partir da próxima etapa, não haverá mais eliminações, ou seja, a disputa se dará por pontos corridos. Portanto, este será o último e, certamente, o mais doloroso corte do concurso. São 29 poetas que lutaram até aqui e merecem os louros da glória.

Hoje, neste mesmo post, apresentaremos também a banca oficial de jurados. Finalmente, vamos conhecer quem são as “figuras” que comandam todo este processo, avaliando com muita ética e competência desde a primeira fase do concurso.
Antes de iniciarmos as divulgações dos resultados, que vai se arrastar até o final do dia, e dos nossos jurados, que tal conhecermos os troféus que serão entregues aos três primeiros colocados do II Concurso de Poesia Autores S/A?



Quem sabe um desses troféus não pode ser seu, poeta?

APRESENTAÇÃO DA BANCA OFICIAL DE JURADOS:


Conheçam, agora, os seis jurados oficiais do II Concurso de Poesia Autores S/A:


Afonso Henriques de Guimaraens Neto, que se assina literariamente Afonso Henriques Neto, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 17 de junho de 1944. Afonso é neto do grande poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens. Formou-se em Direito pela primeira turma da Universidade de Brasília em 1966. Mora no Rio de Janeiro desde 1972. É professor associado do Departamento de Estudos Culturais e Mídia, da Universidade Federal Fluminense. Obteve o título de Doutor em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1997.
Livros de poesia publicados: “O misterioso ladrão de Tenerife” (co-autoria com Eudoro Augusto), Goiânia: Oriente, 1972; 2ª edição pela editora Sette Letras, Rio de Janeiro, em 1997, comemorando os 25 anos de lançamento; “Restos & estrelas & fraturas”, edição independente, Rio de Janeiro, 1975 (a editora Sette Letras, Rio de Janeiro, reeditou o livro em 2004); “Ossos do paraíso” (edição independente, Rio de Janeiro, 1981); “Tudo nenhum” (São Paulo: Massao Ohno Editor, 1985); “Avenida Eros” (São Paulo: Massao Ohno Editor, 1992; “Piano mudo” (São Paulo: Massao Ohno Editor, 1992); “Abismo com violinos” (São Paulo: Massao Ohno Editor, 1995); “Eles devem ter visto o caos” (Rio de Janeiro: Sette Letras, 1998); “Ser infinitas palavras” (Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2001); “50 poemas escolhidos pelo autor” (Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 2003); “Cidade vertigem” (Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2005); “Uma cerveja no dilúvio” (Rio de Janeiro: 7Letras, 2011).
Em 2009, publicou pela Azougue Editorial o livro de traduções de poesia “Fogo alto” (poemas de Catulo, Villon, Blake, Rimbaud, Huidobro, Lorca e Ginsberg).
Organizou para a Editora Global, de São Paulo, os seguintes livros: “Melhores contos de João Alphonsus” (2001), “Melhores poemas de Alphonsus de Guimaraens Filho” (2008) e “Roteiro da poesia brasileira” – anos 70 (2009).
Participou de diversas antologias, entre elas “26 poetas hoje” (org. Heloísa Buarque de Hollanda), Rio de Janeiro: Editorial Labor do Brasil, 1976 (reeditada pela Editora Aeroplano, Rio de Janeiro, em 1998); “41 poetas do Rio” (org. Moacyr Félix, Rio de Janeiro: Funarte, 1998); “Correspondência celeste – Nueva poesia brasileña” (1960-2000), ed. Adolfo Montejo, Madrid: Árdora Ediciones, 2001; “Azougue 10 anos”, org. Sergio Cohn, Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2004; e “Antologia de poesia brasilera contemporània”, org. Ronald Polito, Barcelona: Edicions de 1984, 2006.
O livro “Uma cerveja no dilúvio”, editado em 2011, acaba de ser selecionada entre os 20 finalistas, no gênero poesia, do Prêmio Portugal Telecom de Literatura de 2012.

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Homero Gomes (Curitiba/PR, 1978). É escritor. Especialista em Literatura Brasileira e História Nacional pela UTFPR e mestrando em Estudos Literários pela UFPR, com linha de pesquisa em literatura e história. Autor dos trabalhos ainda inéditos “Sísifo Desatento” (contos) – finalista do Prêmio Sesc de Literatura, edição 2007 –, “Jamé Vu” – que está sendo publicado via internet –, “Mímesis” (poemas - prosa poética) e “Silêncio de Caronte” (poemas), publicado como e-book pela revista Germina Literatura e no site português TriploV. Está concluindo o romance “Tempo do Corpo” e a novela juvenil “Paralelo Um”. Colaborou com Rascunho, Cult, Germina Literatura, Cronópios, Ficções, entre outros. É editor de Jamé Vu: www.jamevu.tumblr.com, espaço em que não apenas divulga suas produções literárias como também a de outros literatos, entre veteranos e estreantes, edita também do blog juvenil “Paralelo Um”: www.paralelo-um.blogspot.com, onde disponibiliza matérias, curiosidades, jogos etc., além de contar detalhes da história de Karl, personagem da novela juvenil “Paralelo Um”; foi colunista-fundador do coletivo O Bule em 2010; atualmente, é colunista do site Página Cultural: www.paginacultural.com.br, correspondente do portal Musa Rara: www.musarara.com.br e colaborador do portal Mundo Mundano: www.mundomundano.com.br.

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Paulo Fodra nasceu em São Paulo, em 1981, e continua por lá. Formou-se em Arquitetura pela Universidade de São Paulo e tem MBA em Marketing pela Madia Marketing School. É também músico, arqueiro e leitor compulsivo. Viciado na agitação da metrópole, escreve para se livrar das vozes que moram em sua cabeça. Participou das antologias “Deus Ex Machina – Anjos e Demônios na Era do Vapor” (Editora Estronho, 2011), “2013: Ano Um” (Editora Ornitorrinco e Editora Literata, 2012), “Sexo, Livros e Rock & Roll” (Editora Estronho, lançamento previsto para agosto de 2012), “S.O.S. – A maldição do Titanic” (Editora Literata, lançamento previsto para 2012). Autor do livro de microcontos “Insólito – microalucinações” (Selo 3×4 da Editora Multifoco, 2011). Mantém o twitter @paulofodra e divulga seus contos fantásticos no site www.paulofodra.com.br.


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R.Roldan-Roldan (David Haize) é nascido na Espanha e criado no Marrocos. Possui formação francesa e, hoje, é cidadão brasileiro. Autor de 27 livros (romances, contos, poesia e teatro) publicados, sendo 24 impressos e 3 na Internet. Entre suas obras mais importantes, estão “O Bárbaro Liberto” (2º lugar do Prêmio Internacional “Marengo d´Oro”, 2002, Gênova, Itália), “Boa Viagem, Sherazade ou A Balada dos Malditos” (1º lugar do Prêmio Internacional Marengo d´Oro, 2003) e “Inidentidade” (2° lugar do Prêmio Internacional “Il Convívio”, 2003, Catânia, Itália). É articulista do jornal “Correio Popular”, de Campinas. Possui vários prêmios no Brasil e no exterior.


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Ronaldo Cagiano nasceu em Cataguases (MG), viveu 28 anos em Brasília, onde formou-se em Direito. Mora em São Paulo desde 2007. Colabora em diversos jornais e revistas, publicando artigos e resenhas, ficção e poesia. Obteve 1º lugar no concurso "Bolsa Brasília de Produção Literária 2001" com o livro de contos "Dezembro indigesto¨. Livros publicados: “Palavra Engajada” (Poesia, SP, 1989), “Colheita Amarga & Outras Angústias” (poesia, SP, 1990), “Exílio” (poesia, SP, 1990), “Palavracesa” (poesia, Brasília, 1994), “O Prazer da Leitura”, em parceria com Jacinto Guerra (contos juvenis, Brasília, 1997), “Prismas – Literatura e Outros Temas” (crítica literária, Brasília, 1997), “Canção dentro da noite” (poesia, Brasília, 1999), “Espelho, espelho meu” (infanto-juvenil, em parceria com Joilson Portocalvo, Brasília, 2000), “Dezembro indigesto” (contos, 2001 – prêmio Bolsa Brasília de Produção Literária 2001), “Concerto para arranha-céus” (contos, LG, DF, 2005), “Dicionário de pequenas solidões” (contos, Língua Geral, Rio, 2006) e “O sol nas feridas” (poesia, Dobra Editorial, SP, 2011). Organizou as coletâneas “Poetas Mineiros em Brasília” (Varanda Edições, DF, 2002), “Antologia do conto brasiliense” (2003, Projecto Editorial, DF) e “Todas as gerações – conto brasiliense contemporâneo” (LGE, Brasília, 2006).
Sua última obra, “O sol nas feridas”, está entre as 20 obras finalistas, no gênero poesia, do Prêmio Portugal Telecom de Literatura 2012.

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Tânia Tiburzio é nascida em 1976, em Itajubá, Minas Gerais, e está há cinco anos vivendo na capital paulista. Advogada que resolveu percorrer outros caminhos e hoje é coordenadora de conteúdo do site Mundo Mundano (www.mundomundano.com.br), bem como do Espaço Mundo Mundano - espaço dedicado à arte e cultura na cidade de São Paulo. Cursou diversas oficinas de criação e produção literária e possui textos dispersos em sites, blogs e coletâneas.


Nota: O escritor Nilto Maciel contribuiu com suas avaliações na primeira fase da Pré-Seleção do II Concurso de Poesia Autores S/A. Deixamos aqui nossos sinceros agradecimentos a ele e o desejo de seu retorno ao certame.


COMENTÁRIOS E NOTAS DA 1º ETAPA DA FINAL:

Abaixo, serão esclarecidos alguns pontos concernentes à classificação dos poetas:

- Durante o dia de hoje, 25/06, estaremos divulgando as notas e comentários dos jurados, bem como parciais da classificação geral;

- As notas atribuídas pelos jurados foram de 9.0 a 10;

- Os critérios do desempate que serão estabelecidos, na seguinte ordem, são:
a) Comparar as notas maiores dos poetas;
b) Comparar as segundas notas maiores dos poetas;
c) Comparar as terceiras notas maiores dos poetas;
d) Comparar as quartas notas maiores dos poetas;
e) Comparar as cinco notas maiores dos poetas;
f) Consenso entre jurados para desempate.

Exemplo:
O poeta X recebe as seguintes notas de três jurados: 9,5 – 9,6 – 10 = 38,2
O poetas Y recebe as seguintes notas de três jurados: 9,6 – 9,6 – 9,9 = 38,2
Logo, o poeta X permanece à frente, pois, sua maior nota foi 10, enquanto a maior nota recebida pelo poeta Y foi 9,9.
- Enquanto não houver notas suficientes para comparação, o parâmetro estabelecido somente nas parciais será a da ordem alfabética dos pseudônimos;

- Todas as notas serão irrevogáveis.



COMENTÁRIOS E NOTAS DA 1º ETAPA DAS FINAIS:


Pseudônimo: Efêmera

Título: Último Poema

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,2
Comentário: Texto muito convencional, não surpreende.

R.Roldan-Roldan

Nota: 9.0

Comentário: Apocalipse opaco.

Paulo Fodra:

Nota: 9,9

Comentário: Simples e direto, o poema fez uma boa abordagem do tema. Tem bom ritmo e sonoridade. Para a nota máxima, faltou um pouco de originalidade no fechamento.


Homero Gomes:

Nota: 9.3

Comentário: Muito comum, quase efêmero. O tema possibilitaria uma vertente de imagens marcantes, fortes, mas não foi aproveitado.




Pseudônimo: Ocelot
Título: Fim

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,7
Comentário: Gosto da disposição dos versos e principalmente do final.

R.Roldan-Roldan

Nota: 9.5

Comentário: Resistência.


Paulo Fodra:

Nota: 9,9

Comentário: O poema míngua em seu desenvolvimento, nos levando através do ritmo ao fim. Fim de tudo, fim dos tempos. Gostei bastante. Fez bom uso da limitação do número de versos. Apenas discordo do primeiro verso: todos temos a certeza do fim iminente. A morte não poupa ninguém. O que muitos não tem é a consciência disso.



Homero Gomes:

Nota: 9.2

Comentário: Não há construção intensa com palavras, que é a justificativa para se escrever poemas. O tema é forte, mas foi mal aproveitado. Não há versos marcantes.




Pseudônimo: Aprendiz

Título: Sobrevida

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,6
Comentário: Falta ousadia, poema muito convencional.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.3

Comentário: Imagens apoca-virtuais.


Paulo Fodra:

Nota: 9,2

Comentário: O jogo de palavras pretendido pelo poeta não conseguiu sustentar o poema, causando apenas ruído na evocação da imagem do fim do mundo. Faltou unidade e identidade. É uma pena, pois o verso “O fim tem imensa intenção na forca dos nós” é muito poderoso e promissor. A última estrofe, ao contrário, ficou fraca demais.



Homero Gomes

Nota: 9.4

Comentário: Poema regular, que mostra criatividade e construções interessantes. Entretanto, o jogo com o paralelismo, como de palavras de sonoridades semelhantes, é um recurso maçante. Os versos “E se o calendário marcar o derradeiro dia,/ Viro ao contrário, dobro o horário” é um ponto alto. Não terminou bem.





Pseudônimo: Ganglamne

Título: Plano de Retirada


Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Não me agrada a abordagem do tema.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Leve ironia nos detalhes.


Paulo Fodra:

Nota: 9,3

Comentário: Os dois primeiros versos poderiam ter dado o tom para o desenvolvimento do texto. Porém, ao arrematar a primeira estrofe com “alegria pouca”, toda a energia do começo se dissipa. A penúltima estrofe quebra completamente o ritmo do poema, sem qualquer intenção aparente, fazendo-o perder boa parte de sua força.


Homero Gomes:

Nota: 9.2

Comentário: Muito simples as construções, tanto das estruturas dos versos quanto das imagens. A primeira estrofe não aproveita as analogias, pretendendo explicar para o leitor as metáforas que estão sendo construídas. As imagens foram mal aproveitadas.



 
Pseudônimo: Dom

Título: Nada de novo debaixo do sol

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,7
Comentário: Gosto da abordagem. Criativo.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.6

Comentário: Toque apoca-niilista.


Paulo Fodra:

Nota: 9,8

Comentário: Gostei da imagem que o poema invoca, mas acredito que o ritmo poderia ter sido melhor trabalhado nos cinco primeiros versos para se conseguir neles o mesmo efeito poderoso que se vê do sexto verso em diante.


Homero Gomes: 

Nota: 9.2

Comentário: Poema que decepcionou. Não justifica ser este texto organizado em versos. Não há preocupação com a busca por construções inusitadas, nem por imagens que amplifiquem o tema.





Pseudônimo: Márcia Montenegro

Título: Recado ao Fim do Mundo

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,6
Comentário: criativo e engraçado. Foge do convencional para o tema.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.4

Comentário: Apoca-cotidiano.



Paulo Fodra:

Nota: 9,8

Comentário: O poema é bastante claro e objetivo em seu argumento. Mas, assim como o poeta, também achei que faltou um pouco de empenho na execução. O que mais me incomodou foi a combinação catástrofe/estrofe, porque me pareceu posicionada com intenção de rima. O desenvolvimento do texto indica isso, mas uma leitura em voz alta demonstra que tal efeito é impossível.



Homero Gomes:

Nota: 9.0

Comentário: Não é poema. A presença de rimas e a organização por estrofes incluem o texto no gênero, mas não há nada nele que seja poético.


Pseudônimo: Esteves sem Metafísica

Título: Lembrança

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,8
Comentário: Gosto da linguagem. Interessante a abordagem do tema.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.0

Comentário: Sem surpresa.



Paulo Fodra:

Nota: 10

Comentário: À primeira vista, esse poema me pareceu simplório e estranho. Mas, em uma leitura mais atenta, o texto se revelou bem construído e cheio de intenção. Uma proposta difícil, bem executada.


Homero Gomes:

Nota: 9.3

Comentário: Um poema que prometeu nos primeiros versos, mas não manteve a linha e não alcançou força. A repetição não justificável de “será lembrança” ao invés de aumentar a tensão, diluiu o discurso do poema.




Pseudônimo: Jean Jacques

Título: Vinte do doze

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Falta ousadia, poema muito convencional.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.7

Comentário: O tique-taque soa forte.


Paulo Fodra:

Nota: 9,9

Comentário: Poema bem escrito, bem construído, adequado ao tema. Não levou nota máxima por um pequeno detalhe: achei que a contração “cortinas d’alma”, que soa rebuscada, destoou do conjunto “Vinte e doze/ Vinte do doze”, que é bastante coloquial. Uma poeirinha ali, manchando a bela prataria.


Homero Gomes:

Nota: 9.3

Comentário: Tema pouco aproveitado. O recurso da marcação insistente do tempo pelo “tique-taque”, ou pela hora e a data acabaram se voltando contra o poema, deixando-o infantil.




Pseudônimo: Anna Lisboa

Título: Gênesis

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Criativo, mas muito confuso. Ousado demais.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.8

Comentário: Original cronologia do urro.


Paulo Fodra:

Nota: 9,6

Comentário: Poema ousado, com bons argumentos e bons momentos. Merecia um trabalho mais apurado na execução, principalmente na segunda estrofe. O último verso, na minha opinião, ficou sobrando.


Homero Gomes:

Nota: 9.4

Comentário: Muito criativo o resultado, mas fraco em elementos inerentes ao próprio gênero. Não há ritmo. Não há necessidade de rima, mas ritmo, sim, mesmo que imposto por imagens, o que não há. Existem alusões a situações singulares, mas não a gestão de imagens inusitadas. Daria um ótimo miniconto.



Pseudônimo: R.Days

Título: A Retórica do Diabo e o Fim do Mundo

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Confuso e pouco poético.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Sopa imagética de ironia.






Paulo Fodra:

Nota: 9,4

Comentário: Ao dar o meu parecer, repito as palavras do poema: “Até que você não é tão mau”. “O que te condenou foi a ingenuidade”. Ariar um pouco mais esse caldeirão teria feito muita diferença.


Homero Gomes:

Nota: 9.0

Comentário: Poema fraco, bobo, mesmo querendo passar a ideia de que trata de tema tão pesado. O verso “escrevo meu último poema dentro de um caldeirão/ Na panela do diabo” é prova da tentativa que não conseguiu sucesso.



Pseudônimo: Gzin

Título: A manhã depois de amanhã

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,5
Comentário: Muito convencional.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.6

Comentário: Segunda chance com sugestivas imagens.


Paulo Fodra:

Nota: 9,4

Comentário: O poema tem muitas qualidades, um bom ritmo, boas imagens. Pecou mais pela adequação ao tema, já que a proposta era exatamente não haver amanhã. Juro que estou até agora tentando imaginar o que o poeta quis dizer com “estrutura de sucuri”.


Homero Gomes:

Nota: 9.5

Comentário: O poema começou bem, evoluiu até certo ponto, mas se perdeu depois do “carrinho de rolemã”. Ao contrário de levar o leitor para o êxtase dos versos, leva para uma conclusão fraca e sem novidades nem surpresas.



Pseudônimo: Pedro Andreatto

Título: Eu era eterno

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,5
Comentário: Poema bonito e interessante, mas fugiu do tema.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.0

Comentário: O Fim fica distante.


Paulo Fodra:

Nota: 9,8

Comentário: O ardiloso poeta resvalou no tema para depois conduzir o poema para um campo em que ele se sentia mais confortável para trabalhar: a infância perdida. O poema é muito bom em sua estrutura, ritmo e desenvolvimento. Não levou nota máxima porque não resgatou o tema depois do desvio. É a minha forma de dizer: Para de se esconder, menino! Você escreve bem pra burro. Se joga de cabeça na proposta que você aguenta o tranco!


Homero Gomes:

Nota: 9.3

Comentário: O poema apresenta bons trechos, mas no geral não se justifica. Seria um ótimo texto em prosa… Pontos fortes: “machadadas de raios”, “desenhos de hálito bafejado”, “a liberdade da calçada escura”.




Pseudônimo: Lobo do Mar

Título: Antes do fim

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,5
Comentário: Falta ousadia, poema muito convencional.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.0

Comentário: Constatação sem surpresa.


Paulo Fodra:

Nota: 9,9

Comentário: Direto e objetivo, com bom ritmo e boa construção de imagens. Tirei um décimo pelo fechamento com um clichê. Nada muito grave, mas o poeta tem potencial pra mais.


Homero Gomes:

Nota: 9.0

Comentário: Seria um texto fraco até se estivesse em prosa. A apresentação em versos não se justifica; não é poema.



Pseudônimo: Per-verso

Título: Bilhete de dez pedidos

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,6
Comentário: Não me agrada a abordagem do tema. A forma do poema também não me agrada.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Buda aprovaria.



Paulo Fodra:

Nota: 10

Comentário: Perfeito. Bom ritmo, bom desenvolvimento. Resultou em uma imagem aderente e poderosa.


Homero Gomes:                             

Nota: 9.1

Comentário: É quase uma ode, se não fosse o caminho pra lugar nenhum. O texto não está completo, por enquanto não é nada mais do que uma intenção.




Pseudônimo: Nonada F.C.

Título: Epitáfios

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Não abordou o tema proposto.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.2

Comentário: Confissão na lápide.


Paulo Fodra:

Nota: 9,9

Comentário: O poema é bem pensado e bem construído. Perdeu um décimo pela sinceridade excessiva.


Homero Gomes:

Nota: 9.4

Comentário: Pena que não deu certo, pois o recurso do epitáfio resulta geralmente em poucos, mas bons versos. No primeiro, apenas os três últimos versos são necessários, no último, apenas os dois últimos.



Pseudônimo: Gaspar

Título: Partida

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,3
Comentário: Não abordou o tema proposto.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Singular embarque.


Paulo Fodra:

Nota: 9,7
Comentário: Poema promissor. Mas, gente, cadê o fim do mundo? Mereceu alguns décimos extras pela ótima estrofe entre parênteses. Que diabo foi isso? Me deixou perturbado.


Homero Gomes:

Nota: 9.6

Comentário: Trouxe bons momentos, boas imagens e ideias singulares. Não teve fôlego, pode ser mais desenvolvido, com certeza. Ponto forte: “o olho cego ferve/ parindo o suor grosso/ das nuvens bolorentas”.

Pseudônimo: G.D

Título: Parto

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,3
Comentário: Ousado demais, não gosto da forma e linguagem do poema.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.7

Comentário: Rigor e força da concisão.


Paulo Fodra:

Nota: 9,9

Comentário: Outro poema ousado desse audacioso poeta. Não levou nota máxima porque pecou pelo excesso. O último verso me pareceu desnecessário, dada a violência crua da estrofe anterior.



Homero Gomes:

Nota: 9.6

Comentário: Demonstra conhecimento dos recursos visuais, ideativos, embora peque no ritmo que não se desenvolveu bem. As imagens é que devem guiar o ritmo em poemas como este. Há pontos fracos “Colocar no rabo do tempo o que ele/ Meteu em mim”, “A vida cadela deu cria na favela” – ideias e sonoridades que estragaram o poema que poderia ter ido bem até o fim.


 
Pseudônimo: Sombra

Título: Apocalipsismo

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,5
Comentário: Não gosto muito da forma como o tema foi abordado e também não me agradam as rimas.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Cético, sem redenção.



Paulo Fodra:

Nota: 9,7

Comentário: Pela sonoridade e argumento, esse poema ficou mais pra repente que pra soneto. Gostei muito da primeira estrofe. Mas a quebra de ritmo na segunda, com pitadinhas de clichê, prejudicou muito o resultado final.


Homero Gomes:

Nota: 9.0

Comentário: Não começou nem terminou. Não faz jus à forma escolhida. Onde está o fecho de ouro? Não ficaria bem nem para texto em prosa, a presença de rimas não justifica a inclusão deste no gênero poema.




Pseudônimo: Manoel Helder

Título: CODEX 11 ou Confronto de Cristos

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,5
Comentário: O poema até é bonito, mas a linguagem utilizada não me agrada.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.6

Comentário: Biblicamente apocalíptico.
Paulo Fodra:

Nota: 10

Comentário: Fantástica proposta, muito bem executada. O contraste entre o lirismo da forma e a modernidade dos fatos ficou muito bem dosado. Fugiu do lugar-comum.



Homero Gomes:

Nota: 9.1

Comentário: Muito fraco. Confessional, uma espécie de salmo, oração, mas não apresenta reflexões bem construídas. A conclusão é interessante, mas não salva o texto.




Pseudônimo: Machado Quintana

Título: Feito um letargo com serpentes

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Não me agrada a abordagem infantil do tema.

Roldan-Roldan:

Nota: 9.4

Comentário: Sopro de esperança.


Paulo Fodra:

Nota: 10

Comentário: Bela narrativa em versos. Com ritmo, tensão e desfecho bem trabalhados. A ideia em si é um clichê, mas a forma utilizada trouxe um ar de novidade muito bem vindo. Valeu o risco.


Homero Gomes:

Nota: 9.1

Comentário: Como poema é fraco, mas daria certo no formato conto.


Pseudônimo: Dersu Uzala

Título: cantiga do apocalipse 2
 
Tânia Tiburzio:
Nota: 9,6
Comentário: Não me agrada a maneira como o tema foi abordado.


Roldan-Roldan:

Nota: 9.6

Comentário: Eco-apocalipse sabor medieval.


Paulo Fodra:

Nota: 9,9

Comentário: O poema fugiu do lugar comum e evocou uma imagem bastante poderosa. Perturbei-me com a ausência do quarto cavaleiro. E por quê diabos o título é Cantiga do Apocalipse 2?



Homero Gomes:

Nota: 9.1

Comentário: Poema com alguns momentos interessantes, mas não forte e homogêneo até o fim. As imagens são comuns.


Pseudônimo: João Saramica

Título: Levemente
Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Tradicional demais, faltou ousadia e criatividade.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.8

Comentário: Canto sólido da essência do quase Nada.



Paulo Fodra:

Nota: 9,6

Comentário: O poema começou bem, mas a última estrofe destoou completamente do conjunto, prejudicando muito o resultado final. Ficou a impressão que estávamos sendo conduzidos a algum lugar sombrio e a estrada terminou de repente em um canteiro de margaridas.


Homero Gomes:

Nota: 9.4

Comentário: A ideia é boa, mas não foi aproveitada. O tema, neste poema, foi um pouco mais aproveitado, mas sem resultados únicos. Ponto forte: “Amanhecer átomos,/ Apenas substancia em suspensão”.




Pseudônimo: Peter Pan

Título: Último dia

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,3
Comentário: O texto não surpreende, não passa sentimento.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Faíscas de esperança.



Paulo Fodra:

Nota: 9,6

Comentário: Pecou na condução do poema. As quebras de ritmo implodem repetidas vezes a ponte que o leitor desesperado tenta construir para chegar até ele.



Homero Gomes:

Nota: 9.2

Comentário: Interessante a ideia de que o fim não traga a apatia, mas a forma como foi trabalhado resultou em lugares-comuns.


 
Pseudônimo: Urbanoide Lírico

Título: Fins

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,3
Comentário: Rimas previsíveis e o autor não foi feliz na abordagem do tema.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.6

Comentário: Concisão do fim.


Paulo Fodra:

Nota: 9,8

Comentário: A forma demandava um trabalho mais apurado. Dentre as boas ideias, sobraram ecos demais.



Homero Gomes:

Nota: 9.3

Comentário: Quase interessante, se mais desenvolvido, promete mais do que executa.




Pseudônimo: Alice Lobo

Título: doismiledoze

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,8
Comentário: Muito boa a maneira como o autor aborda o tema. Criativo.

R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Do detalhe ao todo.


Paulo Fodra:

Nota: 9,7

Comentário: O “italiano fabio” poderia ter auxiliado a alinhavar o poema, que soou um pouco desalinhado demais. As boas ideias mereciam um acabamento de alta-costura.


Homero Gomes:

Nota: 9.3

Comentário: A ideia do desfecho ficou interessante. Mas o poema não se desenvolveu.


Pseudônimo: Barolo

Título: Em vão

Tânia Tiburzio:
Nota: 9,8
Comentário: Gosto do ritmo do poema e da abordagem do tema proposto.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.1

Comentário: Diminuição do fim.


Paulo Fodra:

Nota: 10

Comentário: Poema arrebatador, bom argumento, versos bem construídos. Completo em sua simplicidade calculada.



Homero Gomes:

Nota: 9.2

Comentário: O poema foi construído com um diálogo que renderia bons cruzamentos de ideias, mas perdeu o fôlego no final.




Pseudônimo: Beatriz

Título: Herança


Tânia Tiburzio:
Nota: 9,4
Comentário: Falta ousadia, poema muito convencional.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.3

Comentário: Legado de bardo.


Paulo Fodra:

Nota: 9,7

Comentário: Era uma vez um poema que ficou sufocado em meio aos clichês. Está correto, bem escrito. Mas não empolga na apropriação do tema. Ops, não era pra rimar...



Homero Gomes:

Nota: 9.0

Comentário: Muito fraco e as rimas acabam deixando o texto mais infantil ainda. A cantilena, presente nas estrofes e na monotonia das rimas, infantilizaram a temática.



Pseudônimo: Lune

Título: Uma lanterna de LED para um self do dia seguinte


Tânia Tiburzio:
Nota: 9,8
Comentário: Divertido e criativo. Foge do convencional.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.5

Comentário: Final sabor underground.


Paulo Fodra:

Nota: 10

Comentário: Excelente poema, que acerta na medida da ousadia. Instigante e bem executada apropriação do tema, traz originalidade e verve.



Homero Gomes:

Nota: 9.1

Comentário: O único momento que realmente traz algo para o poema: “não restarei pretérito nem futuro”. Texto fraco, não se justifica como poema.


Pseudônimo: Cidadão das Nuvens

Título: Os Maias


Tânia Tiburzio:
Nota: 9,7
Comentário: Gosto da “história” do poema, de como o tema é abordado.


R.Roldan-Roldan:

Nota: 9.3

Comentário: Irreversível em tom menor.



Paulo Fodra:

Nota: 9,5

Comentário: O poema sobrevive, apesar do “poetinha” quase lhe ofuscar as qualidades. Há boas passagens aqui, mas faltou ao autor costurá-las com empenho.


Homero Gomes:

Nota: 9.3

Comentário: Muito boa a imagem que se criou para os suicidas. Mas “arranham o céu da metrópole” não salva o poema que acabou sendo protocolar apenas, construído em versos, tentando se justificar como tal, mas não ficando em pé.

1º PARCIAL:

(Legendas):
J1 - Tânia Tiburzio;
J2 - R.Roldan-Roldan;
J3- Paulo Fodra;
J4 - Homero Gomes;
J5 - Afonso Henriques;
J6 - Ronaldo Cagiano

(Em vermelho: os parciais classificados):

Obs: devido uma falha no sistema Blogger, os códigos abaixo foram inseridos. Por favor, role até o final do post:

<> </>
Posição
Pseudônimo
J1
J2
J3
J4
J5
J6
Total

Alice Lobo

9,8











9,8


Barolo

9,8











9,8


Esteves sem Metafísica

9,8











9,8


Lune

9,8











9,8


Cidadão das Nuvens

9,7











9.7

Dom

9,7











9,7


Ocelot

9,7











9,7


Aprendiz

9,6











9,6


Dersu Uzala

9,6











9,6

10º

Márcia Montenegro

9,6











9,6

11º

Per-Verso

9,6











9,6

12º

Gzin

9,5











9,5
13º
Lobo do Mar
9,5





9,5
14º
Manoel Helder
9,5





9,5
15º
Pedro Andreatto
9,5





9,5
16º
Sombra
9,5





9,5
17º
Anna Lisboa
9,4





9,4
18º
Beatriz
9,4





9,4
19º
Ganglamne
9,4





9,4
20º
Jean Jacques
9,4





9,4
21º
João Saramica
9,4





9,4
22º
Machado Quintana
9,4





9,4
23º
Nonada F.C.
9,4





9,4
24º
R.Days
9,4





9,4
25º
G.D
9,3





9,3
26º
Gaspar
9,3





9,3
27º
Peter Pan
9,3





9,3
28º
Urbanoide Lírico
9,3





9,3
29º
Efêmera
9,2





9,2



2º PARCIAL:


<>             </><>                </>
Posição
Pseudônimo
J1
J2
J3
J4
J5
J6
Total

Alice Lobo

9,8

9,5









19,3


Lune

9,8

9,5









19,3


Dom

9,7

9,6









19,3


Anna Lisboa

9,4

9,8









19,2


João Saramica

9,4

9,8









19,2


Ocelot

9,7

9,5









19,2


Dersu Uzala

9,6

9,6









19,2


Jean Jacques

9,4

9,7









19,1


Gzin

9,5

9,6









19,1

10º

Manoel Helder

9,5

9,6









19,1

11º

Per-Verso

9,6

9,5









19,1

12º

Cidadão das Nuvens

9,7

9,3









19
13º
G.D
9,3
9,7




19
14º
Márcia Montenegro
9,6
9,4




19
15º
Sombra
9,5
9,5




19
16º
Barolo
9,8
9,1




18,9
17º
Aprendiz
9,6
9,3




18,9
18º
Urbanoide Lírico
9,3
9,6




18,9
19º
Ganglamne
9,4
9,5




18,9
20º
R.Days
9,4
9,5




18,9
21º
Esteves Sem Metafísica
9,8
9,0




18,8
22º
Gaspar
9,3
9,5




18,8
23º
Peter Pan
9,3
9,5




18,8
24º
Machado Quintana
9,4
9,4




18,8
25º
Beatriz
9,4
9,3




18,7
26º
Nonada F.C.
9,4
9,2




18,6
27º
Lobo do Mar
9,5
9,0




18,5
28º
Pedro Andreatto
9,5
9,0




18,5
29º
Efêmera
9,2
9,0




18,2

3º PARCIAL:


<> </>
Posição
Pseudônimo
J1
J2
J3
J4
J5
J6
Total

Lune

9,8

9,5

10







29,3


Manoel Helder

9,5

9,6

10







29,1


Per-Verso

9,6

9,5

10







29,1


Ocelot

9,7

9,5

9,9







29,1


Dersu Uzala

9,6

9,6

9,9







29,1


Dom

9,7

9,6

9,8







29,1


Jean Jacques

9,4

9,7

9,9







29


Alice Lobo

9,8

9,5

9,7







29


Barolo

9,8

9,1

10







28,9

10º

G.D

9,3

9,7

9,9







28,9

11º

Esteves sem Metafísica

9,8

9,0

10







28,8

12º

Machado Quintana

9,4

9,4

10







28,8
13º
Anna Lisboa
9,4
9,8
9,6



28,8
14º
João Saramica
9,4
9,8
9,6



28,8
15º
Márcia Montenegro
9,6
9,4
9,8



28,8
16º
Urbanoide Lírico
9,3
9,6
9,8



28,7
17º
Sombra
9,5
9,5
9,7



28,7
18º
Nonada F.C.
9,4
9,2
9,9



28,5
19º
Cidadão das Nuvens
9,7
9,3
9,5



28,5
20º
Gaspar
9,3
9,5
9,7



28,5
21º
Gzin
9,5
9,6
9,4



28,5
22º
Lobo do Mar
9,5
9,0
9,9



28,4
23º
Beatriz
9,4
9,3
9,7



28,4
24º
Peter Pan
9,3
9,5
9,6



28,4
25º
Pedro Andreatto
9,5
9,0
9,8



28,3
26º
R.Days
9,4
9,5
9,3



28,3
27º
Ganglamne
9,4
9,5
9,3



28,2
28º
Efêmera
9,2
9,0
9,9



28,1
29º
Aprendiz
9,6
9,3
9,2



28,1


4º PARCIAL:

Posição
Pseudônimo
J1
J2
J3
J4
J5
J6
Total

G.D

9,3

9,7

9,9

9,6





38,5


Lune

9,8

9,5

10

9,1





38,4


Ocelot

9,7

9,5

9,9

9,2





38,3


Jean Jacques

9,4

9,7

9,9

9,3





38,3


Dom

9,7

9,6

9,8

9,2





38,3


Alice Lobo

9,8

9,5

9,7

9,3





38,3


Manoel Helder

9,5

9,6

10

9,1





38,2


Per-Verso

9,6

9,5

10

9,1





38,2


Dersu Uzala

9,6

9,6

9,9

9,1





38,2

10º

Anna Lisboa

9,4

9,8

9,6

9,4





38,2

11º

João Saramica

9,4

9,8

9,6

9,4





38,2

12º

Esteves Sem Metafísica

9,8

9,0

10

9,3





38,1
13º
Barolo
9,8
9,1
10
9,2


38,1
14º
Gaspar
9,3
9,5
9,7
9,6


38,1
15º
Urbanoide Lírico
9,3
9,6
9,8
9,3


38
16º
Gzin
9,5
9,6
9,4
9,5


38
17º
Machado Quintana
9,4
9,4
10
9,1


37,9
18º
Nonada F.C.
9,4
9,2
9,9
9,4


37,9
19º
Márcia Montenegro
9,6
9,4
9,8
9,0


37,8
20º
Cidadão das Nuvens
9,7
9,3
9,5
9,3


37,8
21º
Sombra
9,5
9,5
9,7
9,0


37,7
22º
Pedro Andreatto
9,5
9,0
9,8
9,3


37,6
23º
Peter Pan
9,3
9,5
9,6
9,2


37,6
24º
Aprendiz
9,6
9,3
9,2
9,4


37,5
25º
Lobo do Mar
9,5
9,0
9,9
9,0


37,4
26º
Efêmera
9,2
9,0
9,9
9,3


37,4
27º
Beatriz
9,4
9,3
9,7
9,0


37,4
28º
Ganglamne
9,4
9,5
9,3
9,2


37,4
29º
R.Days
9,4
9,5
9,4
9,0


37,3



 
Em breve, mais notas, comentários e parciais!
Boa sorte a todos!

Autores S/A.

67 comentários:

Anônimo disse...

Sinceramente, não gostei das justificativas da Tânia. Ela diz a mesma coisa para justificar um 9,6, um 9,4 e um 9,2. Faltou critério ou ousadia nas justificativas???

Anônimo disse...

kkkkk... Se a nota mínima é 9,0 e um poema não abordou o tema, por que não recebeu 9,0?

Anônimo disse...

Com certeza, concordo com o anônimo, o julgamento é subjetivo, fica evidente, mas as justificativas da jurada deixaram muito a desejar...Comentários muito simplistas e, perdoem-me não quero ser pedante ou grosseiro(a), porém parece análise de pessoa leiga!

Anônimo disse...

e notas mais altas pra quem ela justifia que fugiu do tema do que para outras que parecem ter escrito sobre o tema. Notas um tanto quanto contraditórias.

Anônimo disse...

A meu ver, fugir do tema é o mais grave! Eu poderia ter escrito sobre verduras e tirar nota maior do que quem acatou ao tema?? tsc tsc tsc

Anônimo disse...

O juri é soberano, sabemos, mas reis também são e alguns perderam o trono (e a cabeça...)

Anônimo disse...

Até a gente foi mais justo e coerente comentando aqui dentro.

Anônimo disse...

Será que a jurada sabe o que é fugir do tema? Lirismo? Um jurado dizer que o poema é 'bonito', tão simplesmente assim????? Ai,ai,ai...

Anônimo disse...

Senhora jurada, se vc (seu parecer, que fique bem claro) achou que algumas fugiram do tema, como deu mais de 9?!? To besta.

Anônimo disse...

É, amigos, a Tânia não foi muito clara mesmo; e em alguns casos, beirou à contradição, como no exemplo abaixo, em que atribuiu nota 9.6 depois desse comentário:
"Não me agrada a abordagem do tema. A forma do poema também não me agrada." e 9.5 depois desse outro: "O poema até é bonito, mas a linguagem utilizada não me agrada."

Estranho...

Anônimo disse...

Justamente, amigo das 16:45!!! Ela disse uma coisa e fez outra. Algumas notas ficam totalmente sem bater com o que a desagradou... Tem nota alta demais pro que ela disse.

?????????????????????????????????????

Anônimo disse...

Assim como muitos poetas serão eliminados hj, podemos dar nota ao juri de forma a eliminar um jurado? hehehehe

Anônimo disse...

Santo Deus, deve ser o fim do mundo mesmo. Não dá pra entender patavina desse julgamento.

Anônimo disse...

Subjetiva demais ou desinformada demais? Gente, que julgamento mais injusto... Que venham os próximos jurados! E que façam esse placar reverter.

Anônimo disse...

Lohan, tenho muito respeito por ti e por todos aqui presentes. Entendo que os jurados lhe fazem uma gentileza aceitando participar de teus concursos, mas quando este concurso acabar, todos eles 'voltarão pra casa', entende o que quero dizer? Não se pode aceitar qualquer coisa por conta de uma gentileza. Se quer manter o alto padrão de eu concurso, tens que manter o alto padrão dos julgamentos.

Anônimo disse...

Como me dei bem, não tou nem aí. Pra mim essa jurada é nota dez! kkkkkkkk
Bando de manés-chorões.

Dom disse...

Realmente não achei que as notas tiveram boas justificativas... e Anônimo 17:28, por favor... não coloque o nível dos comentários no chão... isso aqui é uma competição de adultos e não um campeonato de pelada de um bairro qualquer (embora eu goste muito)

Anônimo disse...

Sem dúvida!!!!! Tem gente que se deu bem ATÉ demais.

Anônimo disse...

Chora, chora, chora... chorão!

Anônimo disse...

17:47, já é finalista?????? Que coisa, parabéns!!!!!!!!! Quem mais??????

Anônimo disse...

cantando vitória antes da hora? tomara que não passe.

Anônimo disse...

" Falta ousadia, poema muito convencional "

NOTA: 9,6

Tão brincando, né? A gente perde o maior tempo pra chegar aqui hoje e ver isso?

João Paulo Hergesel disse...

Não sou muito fã de comentários anônimos; por isso, optei por usar meu próprio nome nesta postagem. Mas respeito a vontade de quem prefere manter o anonimato.

O que achei dos comentários dessa primeira jurada, Tânia Tiburzio, resume-se em uma palavra: inconsistência.

Não questiono aqui a capacidade da jurada, nem nada semelhante. Até concordo que ela teve os critérios próprios para dar as notas — e também respeito isso.

O problema, no entanto, está na falta de consistência das justificativas. Elas, na verdade, não justificam nada. Se formos resumir (ainda mais) cada comentário, eles ficarão em "Gostei" e "Não gostei".

Fica a dica não só para ela como também para os outros jurados desta incrível disputa de autores: procurem esclarecer com maiores detalhes o motivo de o autor não receber a nota máxima.

Quando sou convidado a participar como jurado-comentarista em um concurso, penso que todos os autores têm direito ao 10. Incoerências, desvios gramaticais, inconsistência estilística, personagens não consolidados... Cada "falha" faz com que o participante perca alguns pontos — e ele precisa saber onde errou e por que os perdeu.

Por fim, acredito que o que tenha complicado ainda mais foi a oscilação muito pequena entre as notas. De 9 a 10 é muito estreito para ser tão criterioso.

Só para constar: ainda consto entre os autores que passam para a próxima etapa; mesmo assim, sou obrigado a deixar clara a minha opinião, de apoio aos outros autores. No fundo, o que importa mesmo na literatura é a cooperatividade, e não a competitividade.

Anônimo disse...

Isso mesmo João Paulo! Assino embaixo!

A Tania só podia ter caprichado um pouco mais. Ser coerente com decimais é difícil. To entre os 12 primeiros até agora. Gostei dos comentários do Roldan mas espero que os próximos jurados ''ajudem'' um pouquinho mais os poetas e sejam menos subjetivos.

A organização do concurso tá impecável pena que até agora os jurados estão deixando a desejar.

Boa sorte a todos os poetas.

Anônimo disse...

Não estou competindo, saí na última fase, mas não posso deixar de dizer que estou decepcionado. Que pódio mais injusto.

DORA OLIVEIRA disse...

Para mim, foi um privil[egio participar do I Concurso Autores S/A ano passado. Este ano, não me inscrevi. Estou acompanhando e apreciando os poemas.
Achei interessante o comentário da jurada Tânia, quando diz que "Parto" e mais alguns poemas foram "ousados demais". Creio, que não existe excesso de ousadia na literatura e nas artes em geral. É ela que engrandece e realça a arte.
Desejo sucesso e muita Inspiração aos poetas/participantes!

DORA OLIVEIRA disse...

Sugiro que os leitores que não são participantes do concurso, postem os nomes nos comentários. Fica mais transparente e melhor para a comunicação e a troca de ideias.

Anônimo disse...

Nossa, o segundo jurado conseguiu ser mais inadequado nos comentários que a primeira!!!! Decepeção...Estava indo tudo tão bem. Se fosse pra fazer uma análise tão superficial que nem fosse postado comentário algum! Deixando claro que não estou mais na disputa, mas me sinto até feliz por isso, porque análises sem consistência e respaldos já estavam sendo feitas pelos anônimos!

Anônimo disse...

*decepção

Anônimo disse...

O segundo jurado conseguiu uma façanha que eu pensava ser impossível: ele conseguiu ser pior que o primeiro jurado.

kkkkkkkk

Anônimo disse...

O segundo jurado é "Surreal em tom maior"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

O segundo jurado é "Surreal em tom maior"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!