quinta-feira, 3 de junho de 2010

Ronnie James Dio



O Amor é Tudo

RONNIE JAMES DIO
(1942 – 2010)

3 nomes. 3 bandas.

ElfRainbowBlack Sabbath
E para completar uma das biografias mais ricas e vitoriosas – e com o perdão do trocadilho Dionisíacas do Rock – ainda constam em sua carreira as participações especiais a frente do Deep Purple, e completando, é claro, a carreira solo: DIO.

Ronnie Dio & the Prophets - Dio at the Domino's (1963)
Carreira que começou em 1957 com sua banda Vegas King, compartilhada com colegas da escola. Para poder participar de um grande baile, tiveram de mudar o nome do grupo, que passou a se chamar Ronnie and the Redcaps. Outras mudanças aconteceram: Ronnie Dio & the Prophets, The Electric Elves, The Elves, e finalmente ELF, banda produzida por Roger Glover, baixista do Deep Purple.




Quantas canções, quantos músicos sensacionais... Veteranos, mas também os revelados sobre sua batuta de mestre, desse ser iluminado, com uma carreira extraordinária, mas (vítima?) de preconceitos tão antigos quanto a própria estupidez humana (humana?). Mas estou aqui para falar de música, de alto astral, e hoje, da voz mais brilhante e poderosa da história do Rock n’ Roll, e uma das maiores de toda música.

Não são poucos os vocalistas acima de qualquer normalidade.
Seja no Hard Rock ou no Heavy Metal, por exemplo, há prodígios para todos os lados:

Ian Gillian (Deep Purple), Bruce Dickinson (Iron Maiden), Rob Halford (Judas Priest), Geoff Tate (Queensryche), Freddie Mercury (Queen), Klaus Meine (Scorpions), etc.

Mas seja quem for, de que gênero de Rock for, todos reverenciam não só A Grande Voz do rock ‘dito’ pesado (como se peso na música fosse exclusividade de um único gênero), como também o caráter deste homem incomparável. Infelizmente não o conheci pessoalmente, mas quem disse que é preciso estar ao lado de alguém para se tirar sobre tal pessoa determinadas conclusões. Quanto à R.J.D. sabe-se fácil sobre o mais importante; seu carisma, sua postura amigável, sempre sorridente e franca (vejam as fotos, os vídeos!), lúcida, profissional, um apaixonado pelo canto, respeitador de cada nota musical, dono de uma voz rouca, forte, mas que em vários momentos é dominada por um timbre de veludo, limpo, suave, profundo e tocante. Eu o vi ao vivo no Canecão, em 1992, na turnê do álbum Dehumanizer (jóia do Black Sabbath), e anos depois em sua carreira solo, também no Rio de Janeiro, no antigo Metropolitan.

Concedendo uma entrevista em vídeo para a revista Hard N’ Heavy, o baixinho de voz titânica abre as portas de sua casa com tal simpatia e cordialidade que imediatamente nos sentimos seus convidados de honra, seja para uma partidinha de sinuca ou para nos sentar à nobre mesa de jantar, seja para conhecermos sua admirável biblioteca ou relaxar à fresca no bar bem equipado



Ronald James Padavona é também conhecido como o “roqueiro” que mais ajudou a popularizar o Moloch, sinal interpretado como um gesto de reverência ao demônio. Bobagem; era costume da avó do cantor reproduzir o sinal em forma de chifre, mas com o propósito de espantar os maus espíritos, o mau olhado, segundo o próprio vocalista narra numa entrevista "reveladora". E foi por ter espantado maus espíritos ao longo de quatro décadas que ocorreram estúpidos protestos durante a realização do memorial em sua homenagem, ocorrido no último dia 30 de maio, em Los Angeles. Mas ninguém se importou muito com isso, porque ignorância alguma vai apagar o brilho dessa estrela de dimensão incomum, de um astral confortador, e que acolhia a todos no mundo da música com raríssimo respeito, e por isso também ele é admirado e reverenciado pelos ídolos de muitos, ídolos de gerações. Nem vou fazer um comentário longo sobre o projeto Children of the Night, do qual ele fazia parte, empenhando-se com a humanidade que sempre lhe foi peculiar. O projeto ajuda jovens carentes da periferia de Los Angeles, e saber disso é o suficiente.
Lars Ulrich, baterista do Metallica

"Ronnie, sua voz me impactou e deu poderes, a sua música inspirou e influenciou-me, e sua bondade me tocou e me comoveu. Obrigado."

Iron Maiden:

"Ronnie não foi apenas um vocalista incrivelmente talentoso, mas também uma pessoa maravilhosamente afável, inteligente e generosa. Dio brilhou tanto em cima quanto fora do palco, deixando uma marca positiva em todos que entraram em contato com ele. Um amigo de longa data do Maiden. Tocamos juntos em vários shows ao longo dos anos. Vamos todos sentir muito sua falta."

King Diamond:

"É com pesar no coração que eu expresso os meus respeitos ao Ronnie James Dio.
Que cantor e frontman surpreendente. Ao longo da minha carreira ele sempre esteve na minha lista top 10 de vocalistas. O mistério e a emoção em seu estilo vocal sempre me atraíram."

Slash:

"Ronnie era um tipo único. Ele era fenomenal. Nos encontramos várias vezes. Não faz muito tempo que estivemos juntos no RockWalk em Los Ageles. Ele era um completo cavalheiro - o tipo de rockstar que as pessoas deveriam desejar ser, ao contrário de serem tão arrogantes. Ronnie era muito genuíno, muito considerado e simplesmente era legal com todo mundo".



Muitos se preocupam com um “Mal” pressuposto nas capas onde a figura do Holy Diver é retratada. Mas onde, e quando foi que Ronnie James Dio contribuiu para o “Mal”? Com o legado que ele deixou, a todos que amamos música, indiscriminadamente, ele nem precisa de defensor. Ouve-se Dio com o coração, com o sangue e com a alma. Pois é tudo isso que sua voz e sua música nos transmite, o vigor de quem amou a Vida até o último segundo.

E isso não me parece “Mau”.

Apesar do Holy Diver... (diriam os cínicos)
-- Holy Diver é a criatura atrás da janela


Assistam a Ronnie James Dio cantando Love is All. A música é de 1974, e foi composta pelo baixista do Deep Purple, Roger Glover, para um projeto pessoal chamado Butterfly Ball, do qual Dio era um dos convidados especiais. Fato que explica sua mágica participação nesse espetáculo do Purple, gravado no Albert Royal Hall, em Londres.http://www.youtube.com/watch?v=GxzXuzTODEM&feature=watch_response
-
Aqui, o link do vídeo clipe de Love is All, com a gravação original, de 1974.
http://www.youtube.com/watch?v=xNZ7oFJ3j8k&feature=related
----
Dio no Black Sabbath:
Die Young, do álbum Heaven and Hell
---
Carreira Solo
All the Fools Sailed Away, do álbum Dream Evil.
Dio detonando seu mais puro, vigoroso e sublime Rock N’ Roll,
Stand Up and Shout!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Do álbum Holy Diver, o primeiro de sua carreira solo.
Abaixo, a declaração de Wendy Dio à imprensa,
anunciando que estrelas como Dio não se apagam nunca.
Wendy foi a eterna companheira de Ronnie.

"Hoje meu coração está partido, Ronnie morreu às 7:45 da manhã de 16 de maio. Muitos, muitos amigos e familiares puderam se despedir privativamente antes que ele fosse embora pacificamente. Ronnie sabia o quanto ele era amado por todos. Nós agradecemos o amor e o apoio que vocês têm nos dado. Por favor, nos deem alguns dias de privacidade para lidar com esta terrível perda. Por favor, tenham certeza que ele amava vocês todos e sua música viverá para sempre."
— Wendy

Ressalto unicamente o final da declaração de Wendy:

“Sua música viverá para sempre”, Ronnie James Dio.
\,,/ Essa é minha homenagem
a um dos seres humanos mais admiráveis que já passaram por esse planeta. \,,/

"Die Young” !!!!!!!
Você compôs essa música no Black Sabbath!
Você sempre teve o espírito Rock N' Roll,
por isso você foi e continuará sendo sempre jovem!
A letra de Love is All:
(Depois disso acho que não preciso dizer mais nada)
--Everybody's got to live together
All the people got to understand
So, love your neighbour
Like you love your brother
Come on and join the band
Well, all you need is love and understanding
Ring the bell and let the people know
We're so happy and we're celebrating
Come on and let your feelings show
Love is all, well love is all
Love is all, can't you hear the call
Oh, love is all you need
Love is all you need at the Butterfly Ball
Ain't you happy that we're all together
At the ball in nature's countryside
And although we're wearing different faces
Nobody wants to hide
Love is all and love is all and
It's easy, yes it's so easy
At the Butterfly Ball where love is all
And It's so easy
All you need is love and understanding
Ring the bell and let the people know
We're so happy and we're celebrating
Let your feelings show
Love is all, yes love is all at the Butterfly Ball
Love is big, love is small
Love is free, love is all
At the Butterfly Ball
When your back's to the wall
When you're starting to fall
You got something to lean on
Love is everything
It can make you sing at the Butterfly Ball
Love is all, I say love is all, yes love is all
At the Butterfly Ball
Camillo Landoni
Até a próxima quinta!!!

II.







14 comentários:

Anônimo disse...

Estou completamente sem palavras....
que homenagem linda a um monstro do rock!
Valeu!!!!

Lohan disse...

Texto perfeito. Homenagem incrível. Pena eu ter conhecido tal astro no dia de sua morte. Seu texto me serviu de inspiração para procurar saber mais a respeito sobre Dio!

Que qualidade textual... Camillo, nota mil!

Abraços, Lohan

Camila Furtado disse...

Nossa... que mensagem forte você deixou nesse texto e que poder de persusão você possui! Não conhecia tão a fundo a vida do cara, apenas ouvi algumas músicas e como não me identifiquei, acabei deixando de lado... Mas sempre soube soube que o cara era um ídolo do rock e que era muito respeitado como artista. Gostei de saber que ele era muito mais que isso. Você foi tão convincente que quero ouvir mais... Adorei os links que vc deixou. Que qualidade de texto... muito bem escrito, argumentado e documentado.

Andréa Amaral disse...

Uau!Seu texto é digno de uma revista do porte dos "Rolling Stones". Sério. Todos os pormenores sobre a vida do astro, a condução jornalística da narrativa, ao mesmo tempo com um toque pessoal de uma profunda admiração de fã e bom entendido sobre o assunto... Parabéns. Achei demais.
Devo confessar que embora eu seja bem eclética e díspare quanto ao meu gosto musical, o meu espírito "É" roqueiro e só quem sente esta vibração nas veias, sabe do que estou falando; mas ao mesmo tempo (como qualquer ser comum), sempre tive alguns preconceitos, como no caso do chamado heavy metal. Poucas músicas, performances, vocais ou instrumentistas chamaram minha atenção, justamente por existir este lado vinculado ao "mal".
Mas você foi bem esclarecedor quanto ao ser humano que existe dentro de cada artista, independente do gênero escolhido para trilhar, e nem sempre, a personagem por ele vestida, corresponde ao ser humano que ele é ou prega em sua essência. Não tive tempo de visitar os links, mas seu texto é tão empolgante que o farei tão logo eu tiver a oportunidade.

Camillo Landoni disse...

Como é revigorante acordar e logo de manhã ler o comentários de todos vcs.

Anônimo, primeiro, gostaria de saber seu nome, cara! Ou seria uma leitora? Valeu vc (!) por ter confiado que minhas palavras seriam relevantes!

Oi, Lohan, Camila, Andréa!!!!

Ah, eu tbm já conheci muita coisa bacana nessa vida exatamente assim, que me faz perguntar até hoje, como eu não fui apresentado a isso antes?!!!

Não é falsa modéstia afirmar que fiquei surpreso com essa recepção calorosa, até porque eu sabia que em geral as pessoas não conhecem bem, ou nunca ouviram falar em Ronnie James Dio. Justamente o que me fez sentir entusiasmado, pelo despertar que acabei provocando em todos vcs...

Bem, poderia ficar horas
(prazerosas) "convertendo" vcs
rsrs Quero dizer, quebrando tabus, Breaking the Rules que comprometem aquela felicidade declarada, cantada no lindo post de estreia da Thaty!!!!!!!!!

Camillo Landoni disse...

E muito desse discurso sempre irritou a Igreja, que então usou a imagem feliz e UP do rock pra difamar a todos como instrumeeeeentos do maaaaal; ora, a Igreja já fez isso na inquisição, quando criou o conceito demoníaco das muheres serem escravas do demônio, por favor... Então, homens, casem com essas servas do mal para trancafiá-las em casa, esse é um dos capítulos do casamento cristão, senhoras e senhores.

O Heavy Metal não tem regras temáticas. Mas em geral os assuntos que feriram a dignidade eclesiástica não se referiam, nem questionavam a fé pessoal, mas sim provocavam a Igreja, algumas vezes provocação pura e simples, outras vezes pq o bem e o mal é um assunto que sempre atraiu a atenção de artista e pensadores. Por que na música tem de ser diferente? Não foi o rock que inventou o demo, e satanistas poucos foram ou ainda são. Dentro ou fora do Metal, da música. Paulo Coelho por exemplo, foi, pq era moda na época. Era uma atitude de contestar a opressão cristã, ou por uma viagem mesmo.

Já leram O Anticristo de Nietzche? Mais Heavy Metal, impossível!!!!

rs

Camillo Landoni disse...

E há muitos outros aspectos que as pessoas desconhecem. Mas a gente aprende na escola a pensar, né? Isso por si só já garante nossa liberdade, intrumentos para reagir a qualquer dogmatização.

Olha que já somos colonizados,
por favor...

O fato é que Ronnie James Dio nunca foi satanista, e jamais pregou o Mal. Prestaram atenção na letra de All the Fools Sailed Away???? ela liiinda, uma visão crítica à dominazão, aos colonizadores... Putzgrila!!!

"There's perfect harmony in the rising and the falling of the sea
And as we sail along I never fail to be astounded by the things we'll do for promises and a song"


"We bring you fantasy we bring you pain
It's your one great chance for a miracle or we will disappear never to be seen again
And all the fools sailed away all the fools sailed away sailed away"

Putzgrila de novo!

Camillo Landoni disse...

No vulgo Heavy Metal nunca houve a preocupação com alianças, seja com a Igreja, ou com qualquer outra classe só para poder existir e angariar popularidade. No Heavy Metal o que há é a maior prova de confiança no próprio talento, autenticidade e caráter, assim como há em quem vive da música erudita, e de tudo que a mídia dita popular sempre desprezou, porque os músicos de Heavy Metal (são ricos), mas não pagam TV pra aparecer. Não precisma dela, por isso o discurso sempre contra...

Interesses, poder econômico. Se vcs não nos dá dinheiro e nos crtitica, vamos acabar com vcs! Mas eles não acabaram com o Rock!!! Pelo contrário!

Nesse rock especificamete, o Rock N' Roll, o Hard Rock e o Metal, o poder é de outra estirpe. O poder é o da força de ânimo, o poder da Vida.

O mal existe, e é isso que o Heavy Metal não escondeu, mas daí a reverências malignas... Já ouviram a celebração do amor e da liberade contida em Love is All? Isso a Igreja não ressalta.. Por que será?

Obrigado pelo elogios!!!!! Pelo carinho. Camila, valeu! Que bom que vc adorou os links! Não é feliz, não é pra cima e posistiva a música desses "homens do Mal"?

E Andréa, cara, o que eu digo, de coração, obrigado mesmo pro suas palavras e por sua abertura ao diálogo, é muito bom tudo isso.
Adoro fazer parte dessa família.

Vida longa a todos vcs!!!!!

Camillo Landoni disse...

Deixo vcs com esse verso liiiiiiindo, que sozinho já dá uma aula de Filosofia, ou História."

"We bring you beautiful, we teach you sin."

Dio - All the Fools Sailea d/away.

Andréa Amaral disse...

Putz!Esta é uma aula que você deveria postar. Estou maravilhada. Esta questão das imposições ideológicas "cristãs", estamos carecas de saber no que se baseiam e o que escondem por detrás das hierarquias que querem manter o poder através da tortura ( em todos os sentidos). Mas fomos criados subjugados por este esteriótipodo"mal" evocado por este gênero/atitude/movimento;quis dizer que até mesmo inconscientemente, por mais esclarecidos que tentemos ser ou que sejamos, há sempre coisas, imagens ou imposições midiáticas manipuladoras, que influenciam no nosso modo de pensar e reagir sobre determinados temas.
Mas como afirmei, temos que nos abrir para ouvir aqueles que não se prendem a tais rótulos e nos permitir conhecer. Conhecimento nunca é demais. bom dia pra você. Já sou fã da sua "coluna" semanal.

Carla disse...

Concordo com os comentários acima. Exelente post, é uma verdareira reportagem.
Parabéns ao blog pela qualidade.

Thaty Louise disse...

Landoni,

Demorei a comentar pq seu post me emocionou tanto que nem pude fazê-lo...
Há algum tempo atrás eu, que AMO soul music, jazz e Cia, fui apresentada ao universo do rock e foi uma (re)descoberta tão maravilhosa que hj em dia, não passo uma noite ao volante sem ouvir o programa Machine Head no carro ou conectar meu ipobre repleto de clássicos do rock e dar uma de easy rider pelas estradas...
Pude perceber o quão maravilhosos músicos os astros do rock são e o grande god of rock Dio era alguém tão incrivelmente abençoado que nem se pode dizer que ele era um grande cantor, ícone, essas coisas. O talento dele estava muito, muito, muito além da maioria dos vocalistas que temos hoje. Ele, o Eric do Mr Big, o Sebastian sãos seres que se conectam com a música e a levam para outro plano, pois há uma enorme diferença entre ser cantor e intérprete. Interpretar é “defender” a música, como vc me disse uma vez, é senti-la, tornar-se, de fato, parte dela. Não consigo ouvir “Love is All” sem me emocionar. Pra mim é como ouvir um solo De Hendrix, a guitarra se comunica com vc, ganha vida.
Obrigada por esse post lindo nesse blog que amo de amigos tão amados.
E que surjam mais talentos como Dio, salvem-nosda superficialidade interpretativa que vê, infelizmente, se tornando padrão.
Kisses ad infinitum, my friend!!!!!!!!!!!

Thaty Louise disse...

Há e faço como a Carla aí de cima!!!
Concordo c/ tudo e assino em baixo, que comentários lindos, perfeitos.

Bacci!!!!!

Camillo Landoni disse...

Tatiana...

Me sinto bastante (re) confortado em saber da sua (re)descoberta. Tanto o Rock, quanto o Jazz e o Soul tem pontos fortes de convergência. Tanto que eles vivem se encontrando. Ipobre é o máximo! Adorei! ^^

Em pouco tempo e você já é uma comentarista exemplar!!!

Seu comentário é a extensão mais sublime de tudo de infinitamente lindo que venho recebendo de quinta-feira até hoje.

Estava faltando vc...

Agradeço muito as palavras da Carla, e a atenção de todos!!!

Mais uma vez, Thaty, a honra é toda minha por estar ao seu lado nesse blog tão importante, de pessoas tão queridas...

bjos!!!